O Mosteiro de Santa Maria da Vitória,popularmente conhecido como Mosteiro da Batalha ė um local de perfeita harmonia entre a beleza e história.Mandado construir pelo Rei D. João I após a famosa batalha de Aljubarrota onde o Rei, o Condestável Nuno Alvares Pereira e aproximadamente 7000 homens venceram as tropas de Castela com cerca de 30000 homens. Após a vitoria, D. João mestre de Avis expulsou os castelhanos de Portugal acabando deste modo com o conflito que durou anos.

As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, tendo várias fases de construção. Esta duração justifica a existência de vários estilos arquitectónicos como o gótico (predominante), o manuelino e mesmo um breve apontamento renascentista. Vários acrescentos foram introduzidos no protejo inicial, resultando um vasto conjunto monástico que atualmente apresenta uma igreja, dois claustros com dependências anexas e dois panteões reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.
Na Capela do Fundador encontram-se os túmulos de D. João I, D. Filipa de Lencastre e de seus filhos . Também encontramos os túmulos de D. Duarte e de D. Leonor.
Trata se de uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO
Sendo eu uma apaixonada por gastronomia local,após visitar o belo mosteiro,não poderia deixar de pesquisar as gulodices a conhecer.
Foi assim que descobri o pudim da Batalha
A primeira vista parece um bolo “banal”, idêntico aos que encontramos na maioria das pastelarias.Mas trata-se de uma especialidade local, que eu desconhecia. Na realidade este bolo não é um “pudim”mas um bolo à base de amêndoa, ovos e açúcar.Destes destaca se um intenso sabor a amêndoa.Encontra de facilmente nas pastelarias próximas do mosteiro onde se encontra com o devido destaque.














